Muitos advogam que, para conquistar algo, vencer um desafio, atingir uma meta, basta querer, querer muito, querer intensamente. Há grande perigo nesse tipo de afirmação, porque o querer pode significar desejo ou vontade. E desejo e vontade são coisas muito diferentes.
Desejo é um estado da mente e está ligado a expectativas.
Vontade é um atributo da mente e está ligada a atitude.
As organizações estimulam, de maneira geral, o desejo, não a vontade da mudança. E o fazem equivocadamente por mecanismos de cobrança que muitas vezes assumem o formato de sutis ameaças subentendidas nos discursos sobre permanência no emprego.
É muito comum encontrar empresas que cobram resultados diferentes e superiores, sem permitir às pessoas acesso a condições para a realização do seu trabalho. Quantas idéias fantásticas são desperdiçadas devido a uma rigidez administrativa que não investiga a validade das idéias ou que as subestima, dependendo de onde venham... Uma boa idéia é uma boa idéia, até mesmo quando vem do concorrente. Afinal, as boas idéias do concorrente são aproveitadas via benchmarking , quando, muitas vezes, as nossas próprias boas idéias são descartadas a priori .
Há de maneira geral muito desejo de mudança nas organizações e pouca vontade/atitude real de investimento consistente na mudança. É preciso compreender a diferença entre desejo e vontade e começar a implantar uma política de atitudes vencedoras, e não de pressão e estresse pela via do medo da perda de benefícios ou do próprio emprego. É preciso estimular a vontade, as atitudes, e não somente o desejo. O comprometimento das pessoas deve ser conquistado mediante uma relação transparente de crescimento mútuo, trabalhando anseios, e não temores.
O reconhecimento é sempre melhor que a cobrança!
Por confundirem desejo com vontade e, compromisso com comprometimento é que muitas empresas não conseguem mudar aspectos negativos de sua cultura e atmosfera; assim, muitas equipes e profissionais não correspondem ao que se espera deles. Uma abordagem equivocada conduz a um resultado diferente do esperado.
Dois itens são fundamentais na teoria de Frederick Herzberg sobre motivação:
1. Fatores higiênicos (ligados às condições de trabalho); e
2. Fatores motivacionais (ligados à tarefa e/ou função) - realização, reconhecimento, crescimento e desenvolvimento pessoal/profissional, desafios, etc.
Com uma releitura atual desse pensamento, percebemos que a realização (tarefa realizadora) e o reconhecimento (reforço positivo) gerenciados pelo superior imediato são condições indispensáveis para a manutenção da motivação individual.
Motivação expressa a idéia de motivos que conduzem à ação. Valorize, incentive e reconheça as contribuições de todos os que colaboram com suas metas. Essa atitude vencedora aumentará o comprometimento e fornecerá motivos vencedores, que, colocados em ação, manterão a sua equipe em níveis crescentes de realização.
Ao estabelecer uma autêntica filosofia de motivação, as empresas migram do plano dos desejos de mudança para o plano efetivo das mudanças, através do exercício da vontade, do sentido e do propósito de cada indivíduo comprometido com uma causa maior, da qual ele se sente parte responsável.
Mudanças não ocorrem por compromisso, mas sim por comprometimento e, o simples desejo de mudança é impotente para implanta-la. Mudança é um processo vinculado à vontade e à consciência. Portanto, o universo da mudança não é o universo do desejo, mas o da atitude!
Extraído do livro: Atitudes vencedoras - Autor: Carlos Hilsdorf. Editora:SENAC - SP 6ª Edição.
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quarta-feira, 20 de março de 2013
terça-feira, 19 de março de 2013
E se não existisse internet?
E se não existisse internet?
Você já parou para pensar um pouco. Como poderia ser a sua vida sem o mundo virtual? Eu trabalho já algum tempo com internet, blogs, alguns sites pessoais, vendas pela net, etc, fico imaginando o que seria da minha vida se a internet não tivesse evoluído.
Para quem trabalha com internet, sabe muito bem da dependência da existência deste ecossistema. Isto que nem estou falando da dependência do tipo vício, que ao acordar a primeira coisa a ser feita é ligar celular, iPad o que tiver na frente para ver e-mails, Facebook, relatórios, etc. O mesmo acontece antes de ir dormir, sei que você deve fazer isto também, ou será que só eu sou assim? Não creio.
E você que não trabalha com internet, mas usa e abusa dela, já pensou como seria a sua vida sem um mês de facebook? Youtube, ah este safadinho. Horas e horas em frente as telas olhando vídeos engraçados, vídeo aulas ou gameplays.
O que seria dos meios de comunicação sem internet? É difícil de pensar em algo que não use internet hoje em dia. Os padeiros usam internet para avisar que o pãozinho está pronto, imagine, você em casa, aquela fome batendo e boom, a mensagem em seu facebook avisando sobre o pão. Exemplos de uso da internet envolvendo a vida de todos teriam aos montes.
Creio eu que teria estudado para fazer um concurso público e ter um emprego estável ou algo do tipo. Mas a vida me direcionou para o lado da internet. Espero que esta jamais acabe, ou eu estarei em maus lençóis, rsrs.
E você, já pensou o que seria se não existisse internet?
Fonte: Oficina da Net
Fonte: Oficina da Net
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Video game custava milhões em 1993 - veja
Vídeo do comercial do Master System em 1993.
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