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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Amigo ou celular?

Os celulares estão cada vez mais inteligentes e completos. Muitos softwares, jogos, acesso a internet, redes sociais e um montão de coisas que prende nossa atenção. O resultado é que a cada dia, vemos esses exemplos do vídeo se multiplicarem, e assim como a TV  e a Internet, estamos transformando nossos celulares e smartphones em nossos melhores amigos e estamos esquecendo do verdadeiro e sincero relacionamento humano. Quando veremos esse cenário mudar? Ou será que uma novo gadget ira surgir e continuar a nos deixar escravos da tecnologia? Sou extremamente favorável a técnologia, mas devemos tomar cuidado e manter os nossos laços de amizade cada vez mais forte.

Confira o vídeo:

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Quatro erros - Roberto Shinyashiki


A revista Isto É publicou uma excelente entrevista com Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, com Pós-Graduação em administração de  empresas pela USP, consultor  organizacional e conferencista de  renome nacional e internacional. 
Uma das perguntas desta entrevista, e a respectiva resposta, você verá a seguir. Medite sobre ela:

ISTO É – Muitas pessoas têm buscado sonhos  que não são seus, isso é verdade?
Shinyashiki - A sociedade quer definir o  que é certo. São quatro loucuras da sociedade:
  1. A primeira, é  instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados  individuais.
  2. A segunda loucura é: Você tem de estar feliz todos os  dias.
  3. A terceira é: Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.
  4. Por fim, a quarta loucura:Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.

As metas são interessantes  para o sucesso, mas não para a felicidade.
Felicidade não é uma meta, mas  um estado de espírito.
Tem gente que  diz que não será feliz enquanto não  casar, enquanto outros se dizem infelizes justamente por causa do  casamento. Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa
com a família  ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.

Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.
Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte.
A maior parte pega o médico  pela camisa e diz: 
"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz". Eu sentia uma dor enorme  por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.

Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, ou por não ter comprado isto ou aquilo, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a  vida.

Todos, na hora da morte....
                                               ”dizem se arrepender de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.”...
                              ....”aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas”....

Pense.... medite....
Alguma coisa parece semelhante em tua vida?

O Mundo conectado: como não surtar nem travar.


Teu cérebro é uma maravilha de conectividade, mas já sabemos que em alguns casos mentes travam ou surtam. Se o mundo inteiro está cada vez mais conectado, como fazer pra diminuir o risco de travar tudo ou das coisas desandarem pro caos?
Por mais que tentamos estamos sempre conectados, seja em casa, no trabalho ou até mesmo em lugares que sequer temos acesso ao computador, lá está o celular, maldito ou bendito seja o celular para tomar nossa atenção. E o que fazer?

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